THE JORNAL O ESTANDARTE: A PROTESTANT VOICE FROM AFRICA [Abstract of a Doctoral Thesis submitted and defended within the Postgraduate Programme in Religious Studies and Theology at the Methodist University of Angola, 2025]

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Jaider Batista da Silva

Abstract

Between 1933 and 1974, during the Estado Novo dictatorship and its alignment with the Portuguese colonial system, journalism in Angola was almost entirely produced by and for white settlers. In this context, O Estandarte (1933–1961) stands out as a remarkable exception: a newspaper initiated, managed, and financed by native Angolans; an enterprise conceived and carried out by young African Methodists from the Evangelical Mission of Luanda. These individuals moved with ease from the social world of the musseques (urban slums), sanzalas (rural villages), and Kimbundu as a mother tongue, to the cultural references and values learned at the Mission School (Escola da Missão), the colonial school (Liceu), and from living among foreign Protestant missionaries. This research is necessary for the newspaper is almost completely absent from current studies in Angolan Media, as well as from the collective memory of the struggles for Angola's independence. Even within churches, their archives and memories, it is as if the newspaper had never existed. Its history ended up being ignored and, ultimately, erased. The existence of living witnesses and the recovery of the newspaper’s archive now allow for research aimed at highlighting the relevance of O Estandarte, in order to do historical justice to this experience. The study hypothesis that the newspaper can be placed at the origin of the national struggle for liberation and of the involvement of segments of the Protestant Churches in that struggle, which explains the persecution and eventual banning of the newspaper by the colonial government, as well as its subsequent erasure from collective memory. The aim is to assess this hypothesis and, hopefully, to fill this gap in the history of Angola, its churches, political parties, and media. As a result, the study hopes to help reverse the erasure of O Estandarte, so that Communication students, political party members, church congregants, and Angolan society in general can learn that native Angolan intellectuals - men and women - motivated by their faith, created their own autonomous journalism, parallel to colonial journalism. This environment of collective creation and cooperation - based on local newspaper correspondents in each mission across many traditional villages and Districts (now Provinces) - proves effective when, in this study, the historical production and selection of news are compared between settler newspapers and O Estandarte. In sum, the newspaper served as a training ground for a generation of young Angolans to position themselves in the field of ideas and in the formulation of social projects.

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da Silva, J. B. (2025). THE JORNAL O ESTANDARTE: A PROTESTANT VOICE FROM AFRICA: [Abstract of a Doctoral Thesis submitted and defended within the Postgraduate Programme in Religious Studies and Theology at the Methodist University of Angola, 2025]. KWIJIYA: Angolan Journal of Religion, Theology, Society, 1(1), 1–2. Retrieved from https://revista.mutue.ao/index.php/kwijiya/article/view/17
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